sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Dia da chegada

Finalmente chegamos a Miami. 

Aeroporto
Primeira coisa após descer do avião foi passar pela imigração. 
Meu filho ansioso na fila, queria porque queria falar inglês. 
Para alegria dele, o guarda que nos atendeu era um senhorzinho muito simpático e ficou puxando assunto, perguntando sobre quais herois ele gostava, quais filmes eram os preferidos. Bem bacana mesmo. Quando estávamos terminando o processo, o nariz da minha filha começou a sangrar, o guarda prontamente chamou alguém pelo telefone e uma pessoa já veio nos ajudar com lenços de papel. Atendimento muito legal. 

Encontramos o restante da família para retirar as bagagens na esteira e partimos em busca da locadora de carros. No caminho, parada para ir ao banheiro. 
Mulherada reunida em volta do bebedouro e minha cunhada me diz: "Chris, não estamos conseguindo descobrir como isso funciona.". Olhei, também não entendi. Nisso, minha sobrinha de quatro anos saiu do banheiro, simplesmente parou na frente do bebedouro e conseguiu beber água. Boquiaberta, minha cunhada perguntou: "Como é que você conseguiu fazer isso?" e minha sobrinha com a maior cara de sapeca respondeu: "Foi mágica!"

Parada para foto na chegada. 



E retomamos a caminhada em busca da locadora. O aeroporto é gigantesco e tivemos que andar bastante e seguir a sinalização para chegar ao balcão da Alamo. Das três reservas, só meu irmão conseguiu resolver direto no Totem, as outras duas foram no balcão com as atendentes, que falavam inglês e espanhol. Tudo resolvido, tivemos que caminhar mais um pouco e pegar um trenzinho,  dentro do aeroporto mesmo, que nos levava até o estacionamento da locadora. Descemos com o elevador, mostramos o papel para a funcionária que ficava na porta e ela disse que das fileiras 7 e 9 poderíamos escolher qualquer carro. Cada um escolheu um modelo diferente: dois Dodge e um Nissan. Ajustamos o aplicativo do celular com o endereço da casa em Orlando e pegamos a estrada. 

Viagem até Orlando

Eu já tinha lido sobre isso e pude comprovar que a viagem é extremamente monótona. Estrada completamente reta, paisagem quase igual durante todo o percurso. 
Paramos duas vezes: uma para almoço e outra para um café. 

As paradas são muito bem sinalizadas e os "plazas", como eles chamam, são ótimos, com praça de alimentação, banheiros limpos e lojas de conveniências. No almoço, partimos para os clássicos: Pizza Hut e hambúrguer. Também experimentamos os famosos donuts. 

Como pegamos os carros com o tanque cheio no aeroporto, não precisamos abastecer. 

Chegada ao Condomínio Storey Lake

A entrada na casa alugada só era pertimida a partir das 16:00 (se quiséssemos entrar antes desse horário, teríamos que pagar uma taxa de 150 dólares). Como nosso voo atrasou bastante, foi este horário mesmo que chegamos ao condomínio. 

Seguindo as instruções recebidas por e-mail, fomos nos registrar no "The Cove", uma espécie de guarita que fica na entrada no condomínio. A pessoa que nos antendeu fez o registro e nos deu um papel com um código de barras, que servia para abrir o portão de entrada a partir das 18:00h. 



Devidamente registrados, seguimos para o Hideaway Club at Storey Lake, onde ficava nossa casa. E a casa era maravilhosa. 


E ela ficava bem pertinho do parque aquático do condomínio. 



Não conseguimos entrar de cara na casa, pois o código fornecido por e-mail não estava funcionando. Por sorte, minha cunhada tinha um pacote com ligação de voz (o nosso era só dados) e eu pude ligar para o número que estava no mesmo e-mail. Rapidamente a pessoa que nos atendeu me passou um novo código que destrancou a porta. 

Como já havíamos dividido os quartos, cada um foi para o seu para acomodar as malas e descansar um pouco. 






Ida ao Supermercado

Depois de nos acomodar, precisamos ir ao supermercado, pois teríamos que tomar café da manhã no dia seguinte e levar lanches para o parque. 

Tem que ser turista mesmo pra tirar foto na porta do mercado!

Compramos o necessário e aproveitamos para dar uma olhadinha no que tinha de diferente. Foi um pouco difícil localizar tudo o que queríamos e escolher quais marcas comprar. Café, por exemplo, era um item imprescindível para a família e tinha que ser uma marca boa. 

Disney Springs

Depois do mercado, nossa missão foi ir ao Disney Springs para retirar os ingressos que seriam utilizados nos parques da Disney. 
Estacionamento cheio, tivemos que parar no último andar. 
Seguimos direto para o Guest Relations, onde fomos informados que tinha fila e demoraria cerca de quarenta minutos para sermos atendidos. Aproveitamos para passear um pouquinho. 


T-Rex Restaurant
Voltamos até lá. Atendimento maravilhoso. A moça até falava português. Retiramos os ingressos e decidimos não jantar lá porque estávamos todos exaustos. Fizemos um lanche em casa mesmo e fomos dormir, pois o dia seguinte seria puxado. 


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