Começamos a contagem regressiva quando ainda faltavam 98 dias, até que finalmente 06 de setembro chegou.
Malas prontas e muita ansiedade!
Maridão saiu para trabalhar cedo e eu fiquei em casa com as crianças, atendendo a minhas reuniões de trabalho pelo computador. Levei as crianças a um restaurante por quilo perto de casa e tentei descansar um pouco. Quando o marido chegou, terminamos os últimos preparativos e verificações, chamamos um táxi pelo aplicativo e partimos para o aeroporto.
Fomos os primeiros a chegar.
Em seguida chegou minha cunhada, com o marido e a filha. O casal, branco feito folha de papel. Tinham passado mal e ela estava chegando direto do hospital para o aeroporto, com recomendação da médica para não viajar. Foram momentos bem tensos.
Depois, chegaram meus sogros com meu cunhado e a esposa.
Então foi a vez de chegar minha "filha adotiva", acompanhada da família. "Filha adotiva" virou nossa brincadeira. Ela é sobrinha do meu irmão e é uma querida, então brinquei que eu queria adotá-la.
E, por último, meu irmão com a esposa.
Com bastante antecedência fomos para a área de embarque e ficamos esperando chamarem para nosso voo.
O voo para Guarulhos saiu no horário. Chegamos lá e já fomos para o embarque internacional. Maridão começou a passar mal também.
Os que estavam bem foram fazer um lanche.
Mudaram nosso portão de embarque e tivemos que nos deslocar novamente.
E, para ajudar, o voo atrasou bastante. Sorte que meu irmão é ótimo nessas situações e ficou inventando brincadeiras para entreter as crianças. Jogos de adivinhação, desafio da garrafa e assim foi.
Durante o voo, quem passou mal foi minha sogra. Totalizando quatro abatidos no grupo. Mas no final, deu tudo certo. Os quatro já estavam melhores quando aterrizamos em Miami na manhã seguinte.





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